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O som da onda que bate
No escuro da escuridão,
É uma ínfima parte
No meio da confusão.
É como alguém que se vai
Por entre a rebentação.
Será que alguém sai
Ileso da perdição?
No escuro da escuridão,
É uma ínfima parte
No meio da confusão.
É como alguém que se vai
Por entre a rebentação.
Será que alguém sai
Ileso da perdição?
É noite, é fim,
É a onda que rebenta,
É o pó retido em mim,
São letras numa sebenta...
Solidão? Já se foi,
Já se foi na maresía.
Só espero que alguém me apoie,
Que leve para longe o que havia...
A vida passa, memórias ficam...
Crucificações hoje em dia, já não se justificam...
Como sempre, a vida corre...
O tempo? Esse não morre...
PS – eu sei que está meio confuso o poema mas há alturas em que nos baralhamos a nós próprios com tantas ideias e pensamentos que temos a passar na nossa cabeça...Espero que consigam ver um seguimento como eu vejo...Abraços e cumprimentos a todos e obrigado por todos os comentários e visitas que permitiram ultrapassar as 1000 visitas:) Voltem sempre a este sitio:)
PS – eu sei que está meio confuso o poema mas há alturas em que nos baralhamos a nós próprios com tantas ideias e pensamentos que temos a passar na nossa cabeça...Espero que consigam ver um seguimento como eu vejo...Abraços e cumprimentos a todos e obrigado por todos os comentários e visitas que permitiram ultrapassar as 1000 visitas:) Voltem sempre a este sitio:)





