
O que tu tinhas para dizer eu já sei.
Que a vida continua,
Que deixaste de ter a minha
E agora tens uma só tua.
Que tudo segue,
Que no teu ser, já não tenho albergue,
Que me desejas felicidades,
Que na nossa “amizade” só queres verdades.
Afinal não sei quem fugiu,
Não sei afinal se alguém mentiu
Nas palavras que um dia disse,
Que para um idiota que ouvisse,
Não tinham lógica, não tinham verdade,
Porque parece que quando aperta a saudade,
Não sou eu que cedo...
Eu sigo, eu continuo
Com a vida que tenho eu já não amuo,
E se alguém não deixa a distância chegar
És tu e não eu.
Parece que é de errar que tens medo.
Eu sei o que é meu,
E tu? Sabes?
Se eu fosse diferente,
Eu sei o que faria,
Encarava-te de frente
E mais verdades te diria,
Para não teres hipótese de olhar para trás
E assim, eu viver finalmente na paz...








