
Vida, perdida,
Que um dia foi querida
Mas que hoje está ferida,
No seu sentido de existir.
O que mais há para vir?
Que mais posso eu pedir
Para completar isto que tenho?
Nada digo eu, nada,
Porque já encontrei um fim.
Vivo assim,
A roubar tudo para mim.
Tornei-me ganancioso,
Pelo amanhã, sempre ansioso,
Porque o hoje nunca chega
Para obter tudo que sonho.
Estranhas letras componho,
Nesta fraca sinfonia,
A solidão que me devorava,
Viu que em mim, nada existia.
Vivo na bruma.
Vivo de perguntas
Que todas juntas
Não chegam a ser uma.
Sendo muitos, sou um só,
Que um dia não será mais do que pó,
Calcado por quem passa
E esperando por um novo amanhecer.
Deixa-te sempre guiar pelo querer,
Porque a vida é escassa.
Vive e deixa viver…
Obrigado pelo que me ensinaste….
Que um dia foi querida
Mas que hoje está ferida,
No seu sentido de existir.
O que mais há para vir?
Que mais posso eu pedir
Para completar isto que tenho?
Nada digo eu, nada,
Porque já encontrei um fim.
Vivo assim,
A roubar tudo para mim.
Tornei-me ganancioso,
Pelo amanhã, sempre ansioso,
Porque o hoje nunca chega
Para obter tudo que sonho.
Estranhas letras componho,
Nesta fraca sinfonia,
A solidão que me devorava,
Viu que em mim, nada existia.
Vivo na bruma.
Vivo de perguntas
Que todas juntas
Não chegam a ser uma.
Sendo muitos, sou um só,
Que um dia não será mais do que pó,
Calcado por quem passa
E esperando por um novo amanhecer.
Deixa-te sempre guiar pelo querer,
Porque a vida é escassa.
Vive e deixa viver…
Obrigado pelo que me ensinaste….




